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EM SITUAÇÃO DE CATÁSTROFE, O HOSPITAL NÃO ATUA SOZINHO

Sexta, 16 Outubro, 2015 - 11:00

Em situação de catástrofe, o Hospital da Ilha Terceira não atua sozinho. Há agora um documento que indica o papel de cada entidade parceira.

O Hospital da Ilha Terceira conclui o seu plano de emergência externa, que foi distribuído, ontem, dia 12 de outubro, aos parceiros da unidade de saúde. Ainda assim, o documento exige uma atualização continuada, por isso, já em dezembro será realizado um novo simulacro para testar a capacidade de resposta do hospital.
O plano de emergência externa do Hospital de Santo Espírito foi testado em junho, num simulacro que contou com a colaboração de diferentes entidades.
A iniciativa, que valeu ao hospital a certificação do Grupo Português de Triagem, testou a triagem de Manchester de nível 3, num cenário de catástrofe, em que chegariam à unidade de saúde cerca de 30 a 40 vítimas, encontrando-se a maior parte em estado grave.
Segundo Paula Moniz, presidente do conselho de administração, o tempo de resposta foi cumprido, nesse simulacro, mas faltou testar a resposta para além da entrada dos doentes nas urgências.
Nesse sentido, em dezembro será realizado um simulacro, que desta vez vai testar a logística da movimentação dos utentes das urgências e da consulta externa para os pisos de internamento ou para o bloco operatório, numa situação em que não há elevadores e algumas das escadas estão obstruídas.
"Vamos criar uma planta específica com dois ou três cenários de movimentação, não só dos doentes, como também do pessoal", explicou Paula Moniz.
No primeiro trimestre de 2016, o hospital vai organizar outro simulacro, que vai testar a capacidade de evacuação médica, numa parceria com a Força Aérea.
A colocação em prática do plano baseia-se na realização de protocolos com diversas entidades. Em situação de catástrofe, é acionado o gabinete de crise do hospital, composto por 12 profissionais (médicos, enfermeiros, administradores), que serão responsáveis pela comunicação entre todas as entidades.
Atuam em situação de catástrofe: a direção regional da Saúde; o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores; os bombeiros voluntários de Angra do Heroísmo e da Praia da Vitória; a União Rádio Amador; a Escola Superior de Saúde; a EBI Tomás de Borba; a PSP; a Liga dos Amigos dos Doentes Acoria-nos; o Comando da Base Área dos Açores - BA4; o Centro Humanitário da Cruz Vermelha Portuguesa; e as autarquias de Angra do Heroísmo e da Praia da Vitória.

Texto retirado do Diário Insular de 13 de Outubro de 2015

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